Bem foi desafiada para ajudar o meu primo num trabalho da escola sobre a família, decidimos, eu e os pais, que íamos fazer um quadro e escrevi um texto como fosse ele, o pequeno Diogo de 4 anos, a pensar. Gostaram tanto do texto que decidi partilhar. Espero gostem.
Saio de casa todos os dias com o destino de sempre, ir para a escola. Antes de sair tomo o pequeno-almoço com aquilo que mais gosto: iogurte, pão, até mesmo o meu leitinho. A caminho da escola, como de costume, vou olhando para tudo que é lado, vou olhando os pássaros que regressam agora por causa do calor, as flores que floressem, entre outras coisas. Olho para a minha mãe que está a sorrir só por me levar à escola. Esse sorriso tão lindo fá-me acreditar que o dia vai correr melhor que o dia interior, até mesmo se este tivesse sido ótimo. Esse sorriso é mesmo especial. Não é que então, de repente, lembro-me do meu pai que já está a trabalhar para me dar o que mais preciso e mais gosto. Tenho certeza que gostaria de fazer o que a mãe faz todos os dias de manhã, acompanhar-me. Com isto chego à escola, despeço-me da minha mãe e corro para estar com os meus amigos. No fim das aulas lá está a minha mãe à porta para me levar para casa. Todos os dias me pergunta como correu o meu dia, nem sempre digo a verdade, mas ela sabe que não a estou a dizer e mesmo assim não se chateia. Quando chega o meu pai, aí sim, fico completamente feliz! Estamos os três juntos. O meu dia na escola até poderia ter sido o melhor de sempre, mas estar com os meus pais no final do dia é muito melhor. No final de cada dia, descubro que o mais importante é ter uma família que se esforça e me dá tudo o que necessito: O AMOR INCONDICIONAL DA FAMÍLIA.
Eu tenho muito orgulho na família que tenho. Começando nos meus pais e acabando nos meus avós. O pai é trabalhador, divertido e gosta-me de ensinar coisas novas. Gosto de brincar com ele! A minha mãe é uma mulher moderna, carinhosa, cheia de amor para me dar. Todos os dias ela me leva à escola para eu poder brincar e estudar com os meus amigos. Um dia, daqui a muitos anos, vou ter de sair da casa deles. Eles vão sentir muito a falta da minha presença diária, mas eles sabem que nunca os vou esquecer e vou sempre adora-los. Os meus tios são muito engraçados deixam-me fazer quase tudo mesmo que os meus pais não me tenham deixado. Tenho muitos tios e tias, mas todos têm um espacinho no meu coração. Os meus primos, também já são alguns, com eles brincam muito até me cansar porque têm quase a minha idade. Estes foram os meus primeiros amigos, por isso nunca me vou esquecer-me deles e vou sempre gostar de brincar com eles. Por fim, e não menos importante, tenho os melhores avós que poderia ter, Eles já são mais velhos de nós todos, porém continuam com muita energia para me ensinarem as coisas que sabem e que mais ninguém sabe. Eles também brincam muito comigo! O que mais gosto na minha família é os momentos em que estamos todos juntos e podemos fazer tudo em conjunto. No final de cada dia, descubro que o mais importante é ter uma família que me ama e me dá tudo o que necessito: O AMOR INCONDICIONAL DA FAMÍLIA. Tenho a melhor família de todas!!! =)
Cada vez mais se vê pessoas mais altas do que nos séculos passados e a evolução da nossa espécie assim o aponta e nós somos incapazes de o reconhecermos e alterar as coisas para que esta evolução não cause muitos problemas.
Tudo está feito para uma média que já não é realidade, as mesas são baixas, por exemplo., e isso gera problemas nas pessoas muitos deles de saúde.
Acho que é melhor ter as coisas grandes e acrescentar algo para nos tornar maior do que estar a inturtar tudo para nos adaptar.
A vida de qualquer um é marcada por encontros e desencontros, partidas e chegadas, umas dolorosas outras eufóricas. Isto foi o que aconteceu e acontecem várias vezes na minha vida. Um dos encontros que mais me marcou foi o reencontrocom o meu ex-colega e, sobretudo amigo que formei na escola. Dizem que a escola é a nossa segunda casa, e no meu caso lá tive, inicialmente, colegas, que se transformaram em irmãos de outras mães que se fôssemos irmãos de sangue ninguém nos aguentaria 24 horas por dia, pelo menos foi assim que este colega se transformou em grande amigo. O destino obrigou-nos a separar, cada um de nós seguiu o seu caminho, a sua vocação, nesse processo de separação ouvíamos que a nossa amizade não se ia perder no tempo, porém o contacto foi cada vez menor e quase já nem nos falamos. Saudades e nostalgia eram os sentimentos mais presentes quando pensava neste colega que sempre foi e sempre será mais do que isso. Até que um dia, por acaso do destino, no nosso sitío de eleição onde lá passamos várias temporadas a falar a dizer idiotices, debaixo da Celeste, a árvore que estava no canto daquele enorme parque verde, voltamo-nos a encontrar para fazer o mesmo: matar saudades. (é verdade o mundo dá voltas e voltas e tudo no supreende) Mesmo passado esses anos todos, ele permanecia igual: teimoso, determinado, bom aluno e o meu chato predileto. Tudo podia estar diferente, já tinhamos opiniões diferentes agora a vida fê-nos ter ainda mais diversencias, mas os pontos que nos ligavam cotinuavam os mesmos. Aquele reencontro inesperado naquele lugar fez tudo ser tão especial, pela primeira vez em muitos anos regressamos às nossas conversas de adolescentes que duravam horas e o olhar caia para o mesmo sitio: o futuro de amanhã, o certo da incerteza. Foi preciso está coincidência para percebermos que o tempo não nos muda e que não poderíamos passar assim tanto tempo sem nos ver, pois o encontro é o momento da despedida.
É bem verdade “Aos olhos da saudade como o mundo é pequeno”- Charles Baudelaire. Tudo era tão pequeno o coração apertava quando se dava a saudade.
Deixas-te me e levas-te a minha essência, tudo o que te concernia.
Tiveste-me nas palmas das tuas mãos de mim tinhas tudo e pudeste fazer tudo o que querias, optaste pelo mais descomplicado que tinhas: lançar-me para o chão como eu fosse um peso em ti.
Contigo, nesta tua nova jornada, o meu mundo desmoronou. Pensei que eras o oposto do que tornaste para mim, agora somos dois desconhecidos que se conheceram sublimamente.
Sinto uma melancolia dentro de mim porque podia ter feito ou dito algo mais que podasse revelar o que és para mim, pois continuas a ser muito especial apesar de teres ido para uma nova etapa.
Fizemos tudo ao contrário, nunca seguimos a norma pela qual, na teoria, as coisas devem acontecer. Sempre fomos extra-legais nunca demos ouvidos à sociedade. Talvez fosse isso que nos lobrigou perante todos.
Guardo a expectativa de que tudo volte ao nosso “normal” porque o “normal” da população em geral não me cativa. Mas tu… Cativas-me, muito e tu não tens essa percepção.
Eu nunca tive muito jeito para falar nos meus sentimentos apesar de ser boa ouvinte, já com a escrita tudo é diferente... Ler sempre me deslumbrou e à frases que perduram na vida toda até que ela faz mesmo sentido na nossa vida: “O amor é uma actividade, não um afeto passivo; é um ato de firmeza, não de fraqueza... É propriamente dar, e não receber!” Já dizia Erich Fromm. Algo que me faz pensar e impõe-me a tomar uma atitude.