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O Meu Mundo

Ao longo dos dias, vou tentar publicar algo sobre mim e o meu mundo: o ontem, o hoje, o amanhã.

O Meu Mundo

Ao longo dos dias, vou tentar publicar algo sobre mim e o meu mundo: o ontem, o hoje, o amanhã.

Porque?

"Porquê?" É uma pergunta que fica na cabeça. No mundo existe tantos "Porquê's"; e "Para quê's" que sinceramente uma pessoa que se interroga a si mesma por tudo fica confusa e sem saber o que pensar! Porquê que nascemos? Porquê que temos de morrer? Será que vimos com a trajetória já delineada? Será que as pessoas realmente mudam ou apenas se demonstram ou são o reflexo daquilo que têm à frente? No Mundo existe as tais coincidências que muitos falam? Será que o nosso futuro está planeado ou são as nossas escolham que o traçam e determinam-no? Somos felizes sempre ou numca temos a felicidade plena? Os erros são para se cometer ou para se evitar uma fez que se aprende com os erros? Estes são apenas algumas interrogações que estam presentes dentro de um ser débil e frustado com a vida como eu! Alguém que escreve para escrever e tem medo de tudo até mesmo da simples palavra "FELICIDADE"!

Foda-se

(…) Posso usar o f*da-se como expoente máximo da minha vida? Desculpa se te adoro em demasia e que por vezes me preocupo demasiado contigo.
É assim que se deve viver? F*da-se como eu me preocupo contigo. Desculpa, sei que não vês com bons olhos tudo isto, não me leves a mal apenas gosto mais de te amar, posso? Consomes-me ? Claro que sim, f*da-se. Imagino como te sentes cada vez que te elevo ao patamar mais alto da lamechice com um pouco grande pedaço de mim, sem dúvida que és feliz sem mim, e sem "nós"? És? A nossa coisa que chamamos amizade? F*da-se como é bom preocupar me contigo e ao mesmo tempo tão mau. Geralmente sorrisos são poucos  mais ainda quando enfatizo o que sinto com palavrões incapazes de fazer alguém perceber, sem dúvida que estes são os melhores amores. "Amizar te"; para te enfatizar com palavrões e torna-los no expoente máximo do que desejamos , f*da-se isto é mesmo complicado. Um dia alguém demasiado sábio ou farto de ser enfatizado disse-me o quanto um palavrão faz falta à vida, que nos falte tudo, menos palavrões que te sustentem. A essa pessoa agradeço tudo e mais alguma alheia coisa, que me vez sorrir e descobrir que és mesmo importante para mim, ou simplesmente a nossa amizade.

Porque o dia da mãe não é apenas hoje

Como já disse aqui, não concordo com a propaganda que se faz no dia da mãe e do pai. Mas vou deixar aqui um texto...

 

Quando nascemos choramos e esse choro é apenas uma metáfora. Choramos porque nos tiram do aconchego da nossa mãe, quem é que quer isso?
Sabes mãe, às vezes quando me deito na cama penso na tragédia que seria se um dia, tu fosses como todos os seres humanos: mortal, mas não és, pois não? Claro que não. Dizes que és o meu anjo da guarda e eu acredito que os anjos estão sempre connosco, por isso sei que estarás sempre comigo.

Desculpa mãe. Desculpa quando passei por aquela fase completamente idiota e desprovida de bom senso, aquela fase em que achei que a minha reputação seria bem melhor se tu não me levasses até à porta da escola. Desculpa quando considerei que não era uma boa imagem ter a minha mãe a dar-me um beijo antes de entrar num autocarro que me levaria numa visita de estudo, desculpa se nessas viagens nem me ocorria a possibilidade de não te voltar a ver. O destino às vezes troca-nos as voltas e eu achei sempre que a vida estava garantida, nunca pensei que negar-te um beijo pudesse ser a minha última atitude contigo.

Desculpa mãe. Desculpa quando me ligavas à hora de almoço e eu rejeitava as tuas chamadas porque estava num café com os amigos e nenhuma das mães deles lhes ligava todos os dias. Desculpa quando te dizia “mas as mães deles não (…)”, o que importava se as mães deles não se lembravam dos filhos na pausa do almoço?

Desculpa mãe. Desculpa se por vezes me esqueço que sou a única coisa que é realmente tua. Desculpa se por vezes me esqueço que és a única coisa que é realmente minha. Desculpa mãe.

Lembraste quando me deixas papeizinhos na secretaria de manhã? Tenho saudades disso, apesar de agora existir os telemóveis que fazem a mesmo coisa que esses papéis carregados de carinho mesmo que fossem para trabalhar ou fazer alguma coisa. Fazes-me sorrir com esses papéis, e tu sabes o quanto é difícil fazer-me sorrir de manhã. Fazes me rir porque sabendo a camada de coisas que tens de fazer antes de ir trabalhar ainda tens um tempinho para me deixar um recado.
Lembraste quando estava doente e tu estavas cansada porque o teu trabalho tinha corrido mal, mas preparavas uma sopa quente e cremosa, eu antes preferia um chá mas como tu fazias só para mim eu tentava comer.

Obrigada por isso.


Desculpa as noites que passaste em branco porque eu fui sair à noite e tu só querias ouvir os meus passos no corredor para saberes que eu estava bem. Desculpa quando apanhei a minha primeira bebedeira e vomitei na sanita, disseste-me: “Está tudo bem filha.”, enquanto seguravas o meu cabelo e eu chorava de vergonha.

Desculpa se nunca te agradeci as inúmeras vezes em que acordavas às 4 da manhã só para me dar o antibiótico a horas certas, desculpa se nunca te agradeci os jantares que fazias dia após dia, mesmo quando estavas doente.

Sabes, nem sempre fui a melhor filha para ti. Nunca te disse o quanto te amo ou se o disse, não foi o número suficiente de vezes.

Queria-te para sempre comigo, dentro de um bolso, junto ao coração.
Desculpa tudo aquilo que nunca te disse mamã, eu sei que não gostas de mamã, porém eu acho algo carinhoso. Desculpa não ir mais vezes contigo sem reclamar. Desculpa não te fazer o jantar nem ajudar a decidir o que vais cozinhar amanhã ao almoço. Desculpa-me por ser desarrumada. Desculpa o número de vezes que te disse “Já vou” e não fui. Desculpa tudo o que (não) fiz.

Sabes mamã, se eu pudesse criar um mundo perfeito só para ti, fá-lo-ia sem pensar duas vezes. Dava a minha vida para salvar a tua, e se algum dia a tua vida terminar duvido que eu consiga aguentar a minha.

Sabes mamã, no fundo tu és tudo aquilo que me mantém em pé quando as tempestades me abalam e atormentam. Obrigada por me teres protegido sempre, obrigada por me teres poupado às coisas más do mundo e obrigada por teres tomado conta de mim, sempre.
És engraçada. E bonita!, meu Deus, como és bonita mãe. Não herdei a tua beleza, mas herdei de ti algo muito mais precioso: o teu sangue. Corres-me nas veias.

Sabes que algum dia terei que deixar o ninho e eu também sei. Ainda não fui embora e já tenho saudades tuas e da tua voz. Sinto falta do teu colo, de chorar nas tuas pernas e de saber que entendes a minha dor.
Sabes mamã, às vezes sinto-me sozinha e tenho medo de o admitir. Não quero ser fraca, nem quero chorar, mas se pudesse tornava-te imortal, porque sei que se um dia me faltares, faltar-me-à o chão e o ar.

Amo-te mãe e lembra-te de me desculpares por tudo aquilo que nunca te disse.